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::.. TÁ CHOVENDO HAMBURGUER ..::
::.. Sinopse ..::
Em uma cidade começa a chover sopa, suco, sorvete, hambúrguer, entre outros alimentos, fazendo com que os habitantes precisem encontrar uma maneira para parar de cair comida do céu.
::.. Ficha Técnica ..::
Título Original: Cloudy With a Chance of Meatballs.
Origem:
Estados Unidos, 2009.
Direção:
Phil Lord e Chris Miller.
Roteiro:
Phil Lord e Chris Miller, baseado em livro de Judi Barrett e Ron Barrett.
Produção:
Pam Marsden.
Fotografia:
-.
Edição:
-.
Música:
Mark Mothersbaugh.
::.. Elenco ..::
Anna Faris, Neil Patrick Harris, Bill Hader, Bruce Campbell, Lauren Graham, Andy Samberg, James Caan, Benjamin Bratt, Mr. T, Bobb'e J. Thompson, Will Forte, Laraine Newman, Mona Marshall, Al Roker, Sherry Lynn, Marsha Clark e Mickie McGowan.
::.. Site Oficial ..::
http://www.sonypictures.com/movies/cloudywithachanceofmeatballs/
::.. Premiações ..::
-
::.. Saiba mais ..::
-.
::.. Trailer ..::
::.. Crítica ..::

É bem verdade que os estúdios de animação da Sony Pictures ainda não atingiram o mesmo nível de qualidade de uma Disney / Pixar ou as mesmas cifras de faturamento de uma Dreamworks, porém, com Ta Chovendo Hambúrguer definitivamente a empresa firma o seu pé no rentável mercado da animação.

Se comparado a produções anteriores do estúdio, como Ta Dando Onda ou O Bicho Vai Pegar, Ta Chovendo Hambúrguer representa uma pequena evolução, mais em termos de roteiro e conteúdo do que em qualidade gráfica. Ao fugir dos pingüins – também vistos em Happy Feet – O Pingüim – e dos animais selvagens – também vistos em Madagascar – e optar por “seres humanos” de verdade e uma história bem mais original que as anteriores o estúdio mostra sua cara e, em seu novo caminho, sai-se muito bem.

Há que se ressaltar que a premissa de Ta Chovendo Hambúrguer, por si só, já é um ótimo chamariz e um belo exemplo de criatividade. Porém, mais do que mostrar uma chuva de comida, algo visualmente instigante, mas pouco verossímil, era preciso sustentar um bom argumento para justificar a idéia inicial e, nesse ponto, a adaptação do roteiro feita pela dupla de diretores Phil Lord e Chris Miller se sai muito bem.

Já na apresentação da história, com a sina de Flint Lockwood, um brilhante inventor relegado ao esquecimento e à desconfiança por parte da população da cidade graças às suas invenções pouco convencionais, é facilmente perceptível uma alta carga ideológica positivista criando, por um lado, uma empatia com o espectador e, por outro, a certeza que este é mais um daqueles filmes em que, ao final, uma “lição de moral” explica de maneira mastigada ao espectador quais são os valores bons e quais são os valores ruins.

Se o primeiro aspecto demonstra uma certa identidade própria da produção, que ao longo do filme é consistentemente desenvolvida e colocada à prova de diversas maneiras, por outro lado o segundo aspecto deixa a história previsível e, conseqüentemente, cansativa para o público adulto que, naturalmente percebe detalhes como esse com mais facilidade do que o público infantil.

Sendo esse o primeiro trabalho de direção da dupla de autores, o que se percebe é uma história bastante conservadora, com pontos de virada bem definidos e um linearidade que faz o roteiro parecer um receita de bolo bem executada. Se por um lado diverte e cumpre sua função dramática em todos os pontos da trama, por outro lado deixa no espectador a sensação de que o filme é apenas mais um, sem aquele “algo a mais” ou um diferencial efetivo.

Outro ponto importante e que merece destaque fica por conta do visual da produção. Se num primeiro momento, quando a população vive apenas de sardinha, a cidade é triste e cinza e transpira um clima pesado e fechado, por outro lado à primeira chuva de comida – no caso uma tempestade de hambúrgueres – funciona não só como um elemento libertador da história, mas também como um ponto de virada visual, já que o que vemos daquele ponto em diante são cenários multicoloridos, com nuances de cores bem definidas que reforçam o ponto de vista de toda a população com o desenrolar da história.

Embora simples – e até mesmo previsível – Ta Chovendo Hambúrguer se mostra uma grata surpresa da Sony em um período de entressafra pós temporada de verão norte-americana. É o típico filme que conquista o seu espaço não pela sua história em si, mas pelo contexto em que se insere, sendo o tipo de programa ideal para famílias, crianças, adultos, casais ou mesmo para assistir sozinho. Além disso, a produção mostra que o estúdio pode perfeitamente caminhar com as próprias pernas no quesito originalidade. Quem sabe com um pouco mais de ousadia, não teremos produções ainda melhores para acirrar ainda mais a briga com as gigantes Disney / Pixar e Dreamworks

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Wikerson Landim - wikerson@portaldecinema.com.br
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