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::.. BASTARDOS INGLÓRIOS ..::
::.. Sinopse ..::
Durante a Segunda Guerra Mundial, na França ocupada pelo exército alemão, a jovem Shosanna Dreyfus testemunha a execução de toda a sua família pelas mãos do coronel nazista Hans Landa. A moça escapa e viaja para Paris, com a forjada identidade de dona e operadora de um cinema. Ainda na Europa, o tenente Aldo Raine organiza um grupo de soldados judeus para lutar contra os nazistas. Conhecido pelo inimigo como The Basterds, o grupo de Aldo acaba tendo como nova integrante a atriz alemã e espiã disfarçada Bridget Von Hammersmark, que tem a perigosa missão de derrubar os líderes do Terceiro Reich.
::.. Ficha Técnica ..::
Título Original: Inglorious Basterds.
Origem:
Estados Unidos / Alemanha / França, 2009.
Direção:
Quentin Tarantino.
Roteiro:
Quentin Tarantino.
Produção:
Lawrence Bender.
Fotografia:
Robert Richardson.
Edição:
Sally Menke.
Música:
-.
::.. Elenco ..::
Brad Pitt, Mélanie Laurent, Christoph Waltz, Eli Roth, Michael Fassbender, Diane Kruger, Daniel Brühl, Til Schweiger, Gedeon Burkhard, Jacky Ido, B.J. Novak, Omar Doom, August Diehl, Denis Menochet, Sylvester Groth, Martin Wuttke, Mike Myers, Julie Dreyfus, Richard Sammel, Alexander Fehling, Rod Taylor, Soenke Möhring, Samm Levine, Paul Rust, Michael Bacall, Arndt Schwering-Sohnrey, Petra Hartung, Volker Michalowski, Ken Duken, Christian Berkel, Anne-Sophie Franck, Léa Seydoux, Tina Rodriguez, Lena Friedrich, Ludger Pistor, Jana Pallaske, Wolfgang Lindner, Michael Kranz, Rainer Bock, André Penvern, Sebastian Hülk, Buddy Joe Hooker, Carlos Fidel, Christian Brückner, Hilmar Eichhorn, Patrick Elias, Eva Löbau, Salvadore Brandt, Jasper Linnewedel, Wilfried Hochholdinger, Olivier Girard, Michael Scheel, Leo Plank, Andreas Tietz, Bo Svenson, Enzo G. Castellari, Anastasia Schifler, Noemi Besedes, Alex Boden, Guido Föhrweißer, Jake Garber, Samuel L. Jackson, Gregory Nicotero, Aleksandrs Petukhovs e Vitus Wieser.
::.. Site Oficial ..::
http://www.inglouriousbasterds-movie.com/
::.. Premiações ..::

Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante (Christoph Waltz).

Festival de Cannes
- Prêmio de Melhor Ator (Christoph Waltz).

Indicado ao Oscar de Melhor Filme.
Indicado ao Oscar de Melhor Diretor.
Indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante (Christoph Waltz).
Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original.
Indicado ao Oscar de Melhor Fotografia.
Indicado ao Oscar de Melhor Edição.
Indicado ao Oscar de Melhor Som.
Indicado ao Oscar de Melhor Edição de Som.


Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme - Drama.
Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Diretor.
Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Roteiro.

Indicado ao BAFTA de Melhor Diretor.
Indicado ao BAFTA de Melhor Ator Coadjuvante (Christoph Waltz).
Indicado ao BAFTA de Melhor Roteiro Original.

Indicado ao BAFTA de Melhor Fotografia.
Indicado ao BAFTA de Melhor Edição.
Indicado ao BAFTA de Melhor Design de Produção.

Indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes.

::.. Saiba mais ..::
O orçamento de Bastardos Inglórios foi de US$ 70 milhões e o filme arrecadou US$ 313 milhões nas bilheterias.
::.. Trailer ..::
::.. Crítica ..::

Que Quentin Tarantino é um dos melhores diretores de sua geração é um fato inegável. Seu talento para compor cenas e apresentar planos simples de maneira criativa e, sempre que possível recheado de referências aos seus filmes preferidos, por si só já demonstram um conhecimento acima da média e o colocam como referência no quesito direção. Porém é na elaboração de roteiros que reside o maior dos talentos de Tarantino.

Como poucos Quentin Tarantino sabe construir diálogos. Diálogos tão ricos e, ao mesmo tempo, tão verossímeis, que mesmo longos ou aparentemente desconexos do tema geral do filme, temos a sensação de nos tornarmos mais que espectadores, mas sim um elemento da conversa tomando parte na mesa com os protagonistas. É claro que, nem sempre, eles são perfeitos. Em alguns momentos temos a sensação que algo está se arrastando, se tornando cansativo e fosse um outro diretor qualquer muitos desses planos seriam cortados na edição para que coubessem em menos de duas horas de filme.

Bastardos Inglórios é estruturado em cinco capítulos. Tarantino precisa apenas do primeiro deles para tirar o fôlego do espectador. Estamos no interior da França recém ocupada pelo exército nazista. Planos abertos e uma trilha sonora inspirada em clássicos do western criam um clima que nos faz pensar que estamos diante de um filme do gênero. Numa humilde casa de campo Pierre LaPadite (Denis Menochet) vive pacificamente com suas três filhas. Até receber a visita de um certo coronel Hans Landa (Christoph Waltz), conhecido como “caçador de judeus”. O diálogo entre ambos é longo, tomando mais de dez minutos. Porém a parcimônia com que é apresentado e a maneira imprevisível como a cena é desenvolvida, por si só, já valem o ingresso.

Se em Cães de Aluguel Tarantino tornou clássica uma discussão de mesa de bar sobre gorjetas e em Pulp Fiction – Tempo de Violência o diálogo em que Jules e Vincent falam sobre como é chamado o sanduíche “quarteirão com queijo” na França, aqui o diretor utiliza uma alusão brilhante ao comparar o ódio que humanos sentem por ratos, e que curiosamente não sentem por esquilos, para apresentar – sob o ponto de vista nazista – seu possível desprezo pelos judeus e não por povos de outras raças. À medida que as palavras saem da boca de Landa a tensão cresce e, toda ela, reside apenas no diálogo. Não há um recurso fácil sequer para supervalorizar a cena. Ela soa de maneira natural e a fluidez da condução dos personagens é exemplar.

Com uma trama bem amarrada da a primeira a última cena, Tarantino cumpre a sua parte na produção e abre espaço para o que invariavelmente acontece em seus filmes: os atores se destacam e encontram nos ótimos diálogos do roteiro um palco para brilhar. E o brilho maior na produção fica por conta de Christoph Waltz. A composição de personagem que ele faz, indo da tranqüilidade à exasperação em questão de segundos e conduzindo alguns dos melhores diálogos da produção com maestria é simplesmente brilhante. Na guerra de Tarantino, sua participação é decisiva e, por sua imprevisibilidade, torna-se ainda mais marcante.

A habitual visão de Quentin Tarantino, marcada pela sua estética da violência, com litros de sangue banhando a tela enquanto algum personagem demonstra um sorriso no canto do rosto é mantida, mas de uma forma diferente. A subversão às expectativas da platéia é constante. Quando uma sequência está sendo conduzida para a violência, somos surpreendidos por uma fina ironia. Quando as risadas tomam conta da tela, algum momento ainda mais violento surge, nos trazendo de volta para a realidade que, apesar de tudo, aquilo tudo ainda é uma guerra.

Como não poderia ser diferente, a visão de guerra de Tarantino é muito mais estética do que histórica. Por isso, não espere fatos levados ao pé da letra ou soluções previsíveis. Em Bastardos Inglórios Adolph Hitler é um mero personagem do qual o diretor se aproveita e exacerba até onde pode seus traços mais conhecidos. Em seu “western de guerra” o final é apoteótico, violento e poético, apresentando um ideal que em uma guerra mesmo as vítimas podem ser tão cruéis quanto os seus agressores e que, de forma alguma, isso as transforma em bestas humanas como os mais terríveis e sádicos assassinos. Se no roteiro o diretor brinca a cada ponto de virada de subverter expectativas, em termos ideológicos Tarantino, sempre que possível, insere um ponto de reflexão para o espectador, embora deixe claro qual é o seu ponto de vista.

Seu preciosismo, porém, não está isento de imperfeições. Em Transformers – A Vingança dos Derrotados chamei a atenção para a má utilização da “câmera giratória” como forma de dar dinamismo e ação para uma cena em que os próprios atores, o contexto e a ocasião não eram suficientes e para criar uma clima apropriado que justificasse o recurso. Em Bastardos Inglórios Tarantino também lança mão do fatídico efeito, na sequência onde Bridget Von Hammersmark (Diane Kruger) chega para a premiére do novo filme de Joseph Goebbels (Sylvester Groth) e conversa com o coronel Hans Landa. Diferente de Michael Bay, que utilizou o recurso para criar um clima onde não havia, Tarantino adota o recurso como forma de mostrar a sensação de confusão de Bridget. Em tese, a idéia é válida, mas na prática a sequência causa um certo desconforto e destoa das ótimas escolhas narrativas adotadas até então.

Com muito mais acertos do que erros, Bastardos Inglórios figura como mais um ótimo trabalho do diretor, em uma lista de produções de altíssimo nível acumuladas em pouco mais de uma década. E além da personalidade e estilo próprios já característicos do seu trabalho, Tarantino mostra que sempre há a possibilidade, de alguma forma, de proporcionar ao público algo diferente e que vá além das expectativas. Entretenimento inteligente e, com certeza, um dos melhores filmes de 2009.

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Wikerson Landim - wikerson@portaldecinema.com.br
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::.. Comentários ..::

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Não pisquei do começo ao fim. Recomendo!
Monique

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Tarantino acertou a mão, fez um filme Excelente, justificando sua fama de um dos melhores diretores da sua geração.Vale muito a pena!!
Sandro

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O filme é muito bem amarrado e os diálogos muito bem arranjados. Waltz realmente rouba a cena em magnífico desempenho. Brad Pitt faz um papel canastrão (talvez de propósito). Foi diferente de tudo o que eu já vi sobre o nazismo. Vale o ingresso.
Ivan

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Muito bom! Mas apenas para quem gosta realmente da arte do cinema; quem gosta de tradicionalismo pop em filmes, vai achar chato.
André

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Mais um filme "pra meninos" de Tarantino.. não que isso seja uma crítica ferrenha. mas acho que apenas um fato. O filme é bom, o tema é de certa forma original e o modo como ele trata a metalinguagem também, principalmente a cinefilia é muito engraçado... Todos os atores estiveram mais ou menos (caricatos demais), mas que brilhou mesmo foi Waltz... O humor "violento", a própria violência e a fotografia do filme eu achei ótimos... Outra coisa é o suspense... os diálogos são extendidos a tal ponto que pensamos que ele até havia se esquecido de fazer o sangue espirrar pra todo lado... mas aí ele vem e metralha todo mundo... Por fim pra quem é fã de Charles Bronson & Cia, mas quer algo um pouco mais refinado vai adorar o filme...
Flávio Fabrício

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Recomendo! o Filme é realmente alucinante!
Fabiane

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Sem desmerecer as criticas para pequenos trechos dos filmes, ou querer comparar a seus ou outros grandes trabalhos do cinema, digo que o filme é genial, uma obra de arte, e divertidíssima, apesar do sangue (esperado, aliás). Como semelhança: tal qual existem as eternas comparações entre Pelé e Garrincha, críticas a Zico, Romário ou Maradona, comparações entre eles, e outros mais, por 'isso ou aquilo', o fato é que todos foram simplesmente geniais. Essa é a verdade e ponto final. O filme é a mesma coisa e vai agradar a quase todos (nem tanto aos mais aprofundados críticos). Obra de arte que vale o ingresso, de sobra, e vale ser revisto. Diversão garantida e um final que todos gostaríamos de ter visto no mundo real
Barros

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Estilo Tarantino: Violência gratuita e nada a acrescentar. É por isto que faz tanto sucesso na América... e ainda chamam de "cinema arte".
Daniel

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Além de tudo o que já disseram, o filme é uma das maiores homenagens ao cinema que eu já vi. Tarantino executa nossa vingança catártica coletiva através do cinema, fazendo com que ele (o cinema) faça aquilo que todo mundo gostaria de ter feito. Não à toa, Hitler é morto num cinema, metaforicamente. Ao mesmo tempo, Tarantino também nos lembra que a arte não deve apenas se limitar a reproduzir o que aconteceu, tornando-se refém da História, mas - e principalmente - fantasiar sobre o que poderia ter acontecido, conjecturar outros finais possíveis, reescrever outra História. Arte que só se limita a imitar a vida real é um pé-no-saco!.
José Maria

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Brilhante! Só isso que posso dizer! O filme surpreende a cada cena, a cada reação! Nao é violência gratuita! Há pouco sangue pra dizer a verdade... e isso não fez a mínima diferença! Os diálogos tomaram conta do filme e Christoph Waltz fez um papel perfeito interpretando Hans Landa! Não parecia um personagem, me passava a impressão de realmente ser uma pessoa real! Ele mostrou ser um ator espetacular.
Kadu Z.

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Excelente! Uma sacada genial a morte de Hitler por um judeu! Valeu a pena!
Carol

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Sinceramente, se alguém acha ruim ou que o estilo de filme de Tarantino é de violência gratuita, esse alguém não tem QI suficiente para entender um filme do diretor. O filme é perfeito e com diversas sacadas estupidamente inteligentes, é simplesmente uma aula de cinema.
Marcos

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O filme é espetacular, talvez o melhor de Tarantino. Mantendo seu estilo de perfeitas alternâncias de planos, diálogos orgânicos e o verossímel sangue que corre pelas telas, o espectador é tomado pela sensação de suspense do começo ao fim. Christoph Waltzinterpreta brilhantemente Hans Landa, um caçador de judeus que tem "cara de ironia", sei cinismo absurdo vai do engraçado ao cruem em meio segundo. É com certeza a melhor atuação.Brad Pitt, com uma interpretação digamos canastronaconvence apenas quem não o viu atuar em Queime Depois de Ler. Enfim, direção impecável, roteiro coerentíssimo, elenco afinado, trilha sonora e fotografica magestrais... Só elogios. Com certeza é disparado o melhor filme do ano. Pirigas levar o Oscar roteiro original. Acho difícil outro á altura.
Priscilla

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Muito bom mesmo!
Danilo

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Não há o que dizer, é preciso assistir! Filme sensacional, brilhantes atores, atuações esplêndidas. Tarantino mais uma vez se consagra!
Rodrigo

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Sério.. Jackass.. Total.
Priscila

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Muito bom, não podemos esquecer que o filme não tem praticamente nenhum vínculo com a realidade histórica. É basicamente diversão, e neste aspecto, o filme completa totalmente esta espectativa.
Rodrigo

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Se o filme acabasse na primeira cena eu já daria 10. Assistindo ao restante, a nota máxima continua.
Evandro

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Bem ao estilo Tarantino, trata a guerra com escárnio e seriedade suficientes. Brilhante, fascinante e muito melhor do que a maioria de filmes de guerra repletos de teor histórico.Tarantino ruleia e é um mestre dos diálogos.
Elsa Villon

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maravilhooooooooooooosobem ao estilo Tarantiano...dialogo senssacional...o inicio do filme é uma obra prima....com certeza."bastados" entra na minha lista dos melhores filmes que ja assisti... o filme é tão fantatisco que não tem protagnista..e ate o Brad Pitt que é um ator mediano consegui ter finalmente uma atuação convicente..so mesmo num filme do Taranta..foda, foda, foda..viva Tarantino.
Roosevelt

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É isto aí, os judeus sempre sonhando com a vitória, ficaram só no sonho naquela época e agora descontam tudo na faixa de Gaza. Parabéns.
Eduardo

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Um mix de emoções. Muito bom.
Amanda

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Um dos melhores do ano sem duvida espetacular!!!.
Paulo

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Um primor, uma obra prima do cinema... quanto cuidado com cada cena,cada diágologo, cada olhar... as horas passam que vc. ainda sai do cinema querendo o dvd!!! Nota 1.000!.
Kênia

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Boa produção, bons atores e tem a cara do Tarantino. Porém não há conexão com os fatos reais, a não ser saldar mesmo que de forma distante os varios grupos de resistência judeus que haviam na europa da segunda guerra.
Saraiva

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Não gostei. "Violência gratuíta" realmente... Nada de arte. Pouco humor. Totalmente comercial..
Adriane W.

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Por que o esperto "caçador de judeus" confia no Brad Pitt? Esse era o seu calcanhar de Aquiles, uma cavelheiresca noção de honra? E embora toda a violência cometida contra os nazistas nos pareça psicologicamente compreensível, desde quando a violência pode ter outro resultado senão provocar mais violência? Tarantino nos faz sempre pensar.
Marijane Lisboa

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Adorei o filme do inicio ao fim, não teve nada que não gostasse, o enredo por si só é sensacional, a questão histórica foi deixada de lado, porém a trama é deliciosa.
Vanessa
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