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::.. 2012 ..::
::.. Sinopse ..::
A cultura Maia afirma que a terra, como a gente conhece, terá um fim no ano de 2012. A teoria revela que o fim da terra começa com o alinhamento planetário e uma inversão dos pólos da Terra após um grande tsunami. Após isto o caos se instala e o planeta terra começa a se tornar inabitável.
::.. Ficha Técnica ..::
Título Original: 2012.
Origem:
Estados Unidos / Canadá, 2002.
Direção:
Roland Emmerich.
Roteiro:
Roland Emmerich e Harald Kloser.
Produção:
Roland Emmerich, Larry J. Franco e Harald Kloser.
Fotografia:
Dean Semler.
Edição:
David Brenner e Peter S. Elliot.
Música:
Harald Kloser e Thomas Wanker.
::.. Elenco ..::
John Cusack, Amanda Peet, Chiwetel Ejiofor, Thandie Newton, Oliver Platt, Thomas McCarthy, Woody Harrelson, Danny Glover, Liam James, Morgan Lily, Zlatko Buric, Beatrice Rosen, Alexandre Haussmann, Philippe Haussmann, Johann Urb, John Billingsley, Chin Han, Osric Chau, Chang Tseng, Lisa Lu, Blu Mankuma, George Segal, Stephen McHattie, Patrick Bauchau, Jimi Mistry, Ryan McDonald, Merrilyn Gann, Henry O, Patrick Gilmore, Dean Marshall, Ron Selmour, Viv Leacock, Chris Boyd, Donna Yamamoto, Doron Bell, David Orth, Lyndall Grant, Jason Diablo, Ty Olsson, Zinaid Memisevic, Vincent Cheng, Igor Morozov, B.J. Harrison, Dominic Zamprogna, Karin Konoval, Mary Gillis, Rick Tae, Parm Soor, Gerard Plunkett, Paul Tryl, Andrei Kovski, Val Cole, Eve Harlow, Sean Tyson, Leonard Tenisci, Michael Buffer, Daren A. Herbert, Craig Stanghetta, Mateen Devji, Qayam Devji, Jody Thompson, Tanya Champoux, Frank C. Turner, Kinua McWatt, Laara Sadiq, Gillian Barber, Candus Churchill, Beverley Elliott, Agam Darshi, Raj Lal, Pesi Daruwalla, Jacob Blair, Jay Williams, Scott E. Miller, Anna Mae Routledge, John Stewart, Ryan Cook, Brandon Haas, Eddie Hassell, Betty Phillips, Georgina Hegedos, Luis Javier, Dean Redman, Gordon Lai, Mark Docherty, Mark Oliver, Andrew Moxham, Alexandra Castillo, Farouk A. Afify, Shaun Wilson, Leo Li Chiang, Elizabeth Richard, Kyle Riefsnyder, John Mee, George Trochta, Geoff Gustafson, Alex Zahara, Jason Griffith, Jill Morrison, Thomas Parkinson, Leona Naidoo, Quentin Guyon, Nicole Rudell, Chad Riley, Simon Leung, Kevin Haaland, Leigh Burrows, Tj Austin, Eddie L. Fauria, Ayana Haviv, Marco Khan, Michael Karl Richards, David Richmond-Peck, Joshua Salvati, Jerome Young, Peter Arpesella, Sahar Biniaz, Anthony Bonaventura, Lea Deesing, Norman Deesing, Abigail Delves, Jacob Goodall, Ric Govea, Ashley Hand, Erik Kowalski, Jonathan Lane, Tom MacNeill, Robert Malina, James O'Neill, Jessica Provencher, Larry Purtell, Charlie Robson, Richard Schimmelpfenneg, Eric Shackelford, Patricia Shih, Robyn Jean Springer, Dale Tarrant, Ian Thompson e Yuel Yawney.
::.. Site Oficial ..::
http://www.2012ofilme.com.br/
::.. Premiações ..::
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::.. Saiba mais ..::
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::.. Trailer ..::
::.. Crítica ..::

Se dependêssemos do diretor Roland Emmerich a vida como conhecemos no planeta Terra já teria sido extinta há muito tempo. Filmes como Independence Day, Godzilla e O Dia Depois de Amanhã foram apenas algumas de suas tentativas de confrontar o ser humano com o fim da espécie em uma luta desigual contra a natureza.

Porém, se em todas as opções anteriores a destruição em massa tinha um foco que não ia muito além das fronteiras norte-americanas em 2012 podemos concluir que o diretor finalmente consegue extrapolar os seus instintos e promove a destruição em massa não só do seu país, mas de quase toda a população da face da Terra. E, curiosamente, se em termos de amplitude de destruição esta é a sua obra suprema podemos, de certa forma, dizer o mesmo em relação ao conteúdo, já que dentre essas produções 2012 é seguramente a melhor delas.

Antes de tudo é preciso deixar claro que este é um típico filme-pipoca, feito única e exclusivamente para entretenimento – e, diferente do que muitos podem pensar, não há mal algum nisso, muito pelo contrário. A explicação para a catástrofe dessa vez é uma referência direta a uma crença, propagada pelo calendário Maia, de que no dia 21 de dezembro de 2012 o mundo passaria por uma transformação – interpretada por muitos como o apocalipse.

Para justificar esse evento, o diretor busca uma explicação científica: o Sol teria liberado, num fenômeno raro, uma quantidade excessiva de neutrônios que se aproximaram demais da Terra. Seu efeito foi o de aquecer o núcleo do planeta, provocando a sua desestabilização. Como consequência disso uma série de terremotos e tsunamis se encarregaram de alterar até mesmo os pólos magnéticos provocando o caos e a destruição do planeta.

A premissa é, obviamente, pouco provável do ponto de vista científico. No entanto, como argumento para o filme, é extremamente válida e, dentro do seu contexto, acaba se tornando justificável e perfeitamente plausível. Antes mesmo de conhecer os personagens principais da história, somos apresentados ao princípio dos eventos em diversos lugares do planeta, desde a Ásia até a América. Embora todo canto famoso da Terra seja “contemplado” na destruição – o que inclui até mesmo o Brasil em uma cena que pode ser vista até mesmo no trailer com o Cristo Redentor se desmanchando – todos os pontos de vista da história servem apenas como ilustração para mostrar um sentimento em comum: o de incredulidade e incapacidade diante da magnitude do evento.

O fio condutor da trama é Jackson Curtis (John Cusack), um escritor de pouco sucesso que, para se sustentar, trabalha como chofer para um multibilionário russo. Esse elo é feito a partir de um drama familiar – já que ele é separado da esposa e recebe pouquíssima atenção dos filhos e, pelo fato de ser um dos poucos a acreditar nos eventos, consegue salvar a família e guiá-los numa jornada em busca do único ponto seguro na Terra, para onde apenas autoridades, personalidades e bilionários são convidados, numa espécie de arca da salvação.

Assim como os filmes anteriores do diretor, o clichê romântico-dramático da trama permanece praticamente inalterado. No entanto há dois aspectos que tornam o filme superior aos demais. O primeiro deles é claramente os efeitos especiais. Essa é, aliás, a base fundamental para o bom desempenho do filme. As cenas iniciais de destruição próximas a Yellowstone – uma área vulcânica dos EUA – impressionam pelo realismo e pela qualidade. Da mesma forma, para que o mundo todo seja destruído, há uma infinidade de seqüências nesse sentido e todas, diga-se de passagem, esbanjam qualidade.

O segundo aspecto importante, por mais repetitivo que seja, é a abordagem estrutural do roteiro. Todas as tramas paralelas, que no início parecem desconexas, se interligam perfeitamente no final e, praticamente não há falhas nesse sentido. Da mesma forma a opção por descrever o fenômeno de um posto de vista científico – e não espiritual ou religiosa – evita margens à dupla interpretação ou mesmo a descrença por parte do espectador. Aliás, uma alternativa inteligente, é a maneira como é mostrado o sofrimento de todas elas – inclusive com direito a uma bem elaborada sequência de destruição do Vaticano.

Porém, nem todos os clichês funcionam e foram deixados de lado. O velho ideal patriótico norte-americano, por exemplo, se sobressai em meio ao “drama universal”, não na tradicional figura da bandeira sendo agitada, mas sob a ótica do que talvez seja hoje um ícone ainda maior do orgulho estadunidense: o seu presidente. Aqui ele atende pelo nome de Thomas Wilson e é interpretado por Danny Glover (Máquina Mortífera). Suas decisões humanistas se sobrepujando às decisões técnicas bem como a opção de não fugir para tentar salvar a sua vida e se misturar em meio à população indefesa para lutar contra as forças da natureza são uma forma menos explícita, porém não menos repetitiva, de levar ao espectador o mesmo discurso de sempre.

Longe de ser um dos filmes mais aguardados do ano, como o ótimo marketing do filme apregoa já há um bom tempo, a produção consegue cumprir seu papel de maneira digna e agradável para o espectador. Nem mesmo as quase duas horas e quarenta minutos de filme o tornam cansativo – o que já é um ótimo sinal e um grande mérito. Dessa forma 2012 se credencia como um filme curioso e válido, mesmo em gênero que se já não estiver esgotado, está muito próximo desse caminho. E se Roland Emmerich está aumentando gradativamente a cada filme o seu poder de destruição não é de se duvidar que, futuramente, em seus projetos ele planeje destruir até mesmo a galáxia. E pelo jeito, mesmo em Plutão, haverá uma bandeira americana tremulando para contar a história.

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Wikerson Landim - wikerson@portaldecinema.com.br
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::.. Comentários ..::

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As cenas são impressionantes e como no cinema atual, de um grande realismo.
Alexandre Melo

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Impressionante e emocionante.
Elison

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Os efeitos, são bárbaros!. O Porta-avião virando, demais!.Agora. os americanos estão numa fase de questionar a existência humana.Um Abraço..."Vida Longa e Próspera".
Gilson Pereira de Farias

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Eu certamente esperava muito mais.Efeitos especiais bem razoáveis, até que eu gostei.A história do filme é boa, mas não tanto.Achei que eles usariam mais isso como uma profecia maia, e não somente como uma coincidência.Fizeram meio que uma "adaptação" de "A Arca de Noé", para o lado moderno e científico.Boas atuações, duas cenas que pra mim foram as melhores: as girafas sendo carregadas pelos helicópteros (os animais no geral, mas gostei mais das girafas, ficou mais real) e com certeza, a pintura de Michelangelo no vaticano rachando exatamente entre o dedo de Deus e Adão, cena perfeita! Gilson Pereira de Farias: Acho que você quis dizer "questionar a criação humana" ou algo do tipo, não?Porque questionar a existência é meio difícil, já que, estamos todos aqui! ;)
Eduarda

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Amei o filme adorei os efeitos especiais são de tirar o folego,isto nos faz pensar em como poderia ser o fim do mundo e da humanidade.
Ananda Souza Paulino

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O filme é impactante, você fica arrepiado com tantos gritos e cenas de tirar o fôlego e os efeitos visuais são bem realistas... O filme mostra a imcapacidade humana perante a fim inevitável, mostrando as diferenças culturais e os diversos comportamentos como ignorância, poder e desigualdade!!! Perfeito d+!!!.
Diego Gonçalves Fernandes

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Eu gostei,muito realista,ótimos efeitos,o único problema foi ter exagerado algumas coisas.tipo,entrar dentro de um prédio de carro,no meio de um terremoto,a cena foi meio esquisita,acho que deveriam ter cortado e colocado outra coisa.e quando eles saem,o vidro do prédio esta esquisito,parece entortar e depois quebrar,outra cena exagerada foi em yellowstone,o chão cede,o trailer onde curtis estava caiu de um jeito "infugível",mas ele consegue fugir.fora isso,foi muito bom.
Luca
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